Minha opinião

Para onde vai Santa Catarina?

Não me causou surpresa a informação do secretário da Fazenda, Dr. Paulo Eli, muito menos sobre o volume da dívida pública de Santa Catarina.

 

Como acompanho diariamente o “Bom dia Santa Catarina”, através da NSCTV, que, apesar de ser afiliada da Rede Globo, mantém certa imparcialidade em sua linha editorial, destaco os comentários imparciais do apresentador Faraco e do comentarista Renato Igor.

 

Notem a mudança da linha editorial logo após a transferência do controle acionário. Saiu RBS, entrou NSCTV. Posso até estar equivocado, mas os antigos dirigentes tinham uma linha editorial diferenciada.

 

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Estou estranhando a ausência de notícias sobre João Raimundo Colombo. Na minha modesta opinião, um dos responsáveis pela situação que Santa Catarina poderá atravessar. Ele governou o Estado por longos sete anos. Neste período plantou uma série de afilhados, como prefeitos em diversos municípios, inclusive aqui em Mafra. Prometeu obras que não foram realizadas, como exemplo, cito as obras da Casan, em que os tubos foram enterrados, mas o principal não veio. Até hoje estamos aguardando.

 

Vi e ouvi a dupla Renato Igor e Faraco comentarem sobre o dinheiro já gasto na Ponte Hercílio Luz. A iniciativa de restaurar a ponte foi bem recebida por todos os catarinenses, que hoje lamentam o descaso do governo. A reforma da mesma virou um sumidouro de dinheiro. Será que teremos um novo caso “Orofino”? Por onde anda o ex-governador, antes tão bajulado pela imprensa catarinense? Já correm notícias de que a ponte é responsável pela “derrama”, resta saber quando e como ocorreu e quem dela se beneficiou, ou, se tais comentários são improcedentes. Quem poderá esclarecer é o Poder Judiciário após um séria investigação, sem qualquer espécie de condescendência do Ministério Público Estadual, com auxílio do Gaeco. Faço tal afirmação, porque na Ilha da Magia tudo é possível. Os manezinhos afirmam que a beleza é tanta que ofusca a visão de muita gente e que a tradição da família dos investigados muitas vezes pensa na hora “H”.

 

Gostei da postura do governador Carlos Moisés. A escolha do Dr. Paulo Eli foi brilhante e o fato dele ter sido secretário do governador Pinho Moreira não desmerece a sua carreira.

 

O governador de todos os catarinenses marcou um golaço ao manter o mesmo na Fazenda. Não o conheço, mas tenho informações de sua integridade, competência e primor pela ética e pela probidade. Por ser um homem de caráter e não ter vergonha de seu passado, foi que ele aceitou o convite para permanecer como secretário, e tenho certeza de que não foi por dinheiro nem por vaidade. Os sábios não se preocupam com estas veleidades.

 

A culpa pela situação financeira pode e deve ser tributada a quem governou o Estado por mais de sete anos e não soube manobrar os recursos arrecadados. Quem vai pagar agora é o servidor público que corre risco de receber somente parte dos seus proventos ou não receber, e nós, reles seres mortais que pagamos impostos e não sabemos para onde vai o dinheiro. Parece-me que ele foge pelo ralo.

 

O presidente Bolsonaro tem Sérgio Moro e Paulo Guedes, o comandante Moisés tem Paulo Eli, sem desmerecer os demais. Estes serão os homens que irão ajudar, sobremaneira, o trem a voltar para os trilhos, se os políticos deixarem.

 

Muitos dos meus conterrâneos não gostam das minhas críticas, principalmente quando me refiro a minha querida Mafra. É por amor a ela e em respeito ao seu povo que uso um dia da semana para emitir a minha opinião e não tenho o hábito de afirmar que, muitos comentários aqui emitidos serviram para que providências fossem tomadas. Apesar disso, continuo levando pau.

 

Nunca vi praça sem bancos e sem árvores. Mafra tem a Praça do Piche, com um relógio ali instalado para comemorar o Centenário. Foi inaugurada com festa e fogos de artifícios, deve ter custado uma fortuna e agora está abandonada. O termômetro marca zero grau, mesmo em dias em que o calor é de 30 graus, e o relógio, tal qual nossa administração, parou no tempo.

 

A princípio, pensei que era mais uma piada contra o Prefeito, logo depois consegui a cópia do Decreto. A pergunta que fica é a seguinte: qual será a situação de um caminhão que se enquadra no § 2º do citado Decreto, quando ficar encalhado na lama ou sofrer uma avaria? Qual será a situação, se é proibido o tráfego de guincho, vai perder a carga e ficar parado interrompendo o trânsito? E se ocorrer uma pane na rede elétrica e no local, existir granjas de frango. Também fica proibido? Penso que o Decreto deve ser revisto com uma redação mais adequada.

 

Inclusive, na parte que autoriza a aplicação de multa pela Polícia Militar, além da previsão de ressarcimento aos cofres do município, qual critério será utilizado para afirmar que foi o veículo que deteriorou a via pública?

 

Já que estou falando de Mafra, vai aqui meu reconhecimento ao trabalho da diretoria e demais dirigentes e funcionários do Hospital São Vicente de Paulo. É difícil imaginar que, de uns vinte anos atrás, hoje teríamos um hospital com a estrutura, fidalguia no atendimento e aparência interna e externa.

 

Podemos nos orgulhar do nosso hospital. Parabéns aos seus dirigentes, funcionários, médicos e enfermeiros pela estrutura material e a equipe humana que hoje é nosso maior orgulho. O mérito é deles, não me venham dizer que foi graças ao deputado “A” ou “B”. Esses, se conseguiram verbas, não fizeram mais que sua obrigação, afinal de contas, vêm aqui uma ou duas vezes durante o mandato e as verbas orçamentárias são destinadas a este tipo de situação.

 

Finalizo destacando que não disponho de tempo para investigar nem bisbilhotar o trabalho de outros. Cuido primeiro de minhas obrigações familiares e profissionais, todavia, não sou cego nem surdo e, quando tomo conhecimento de algum tema ou fato que merece ser destacado, o faço com muito prazer e me reservo no direito de não informar a fonte.

 

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