Nacional

BNDES anuncia linha de crédito mais simples e ágil para micro e pequenas empresas

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta sexta-feira (22) a criação de uma nova linha de financiamento, mais simples e ágil, para as micro e pequenas empresas brasileiras.

 

A BNDES Crédito Pequenas Empresas atenderá as demandas do setor com foco na geração de empregos e na ampliação da concessão de crédito para empresas de menor porte, responsáveis por mais de 50% dos postos de trabalho formais no País.

 

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O lançamento foi feito em evento que contou com a participação do presidente do BNDES, Joaquim Levy e de representantes da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e de bancos parceiros.

 

Para Levy, o crédito é extremamente importante para as micro e pequenas empresas e a linha vai atender quem tem mais dificuldades de obtê-lo. “Essa é uma contribuição do BNDES para dar mais competitividade ao segmento que mais gera emprego. E emprego é o que o Brasil mais precisa”, afirmou.

 

Ele também ressaltou que não há limite de valores destinados ao programa. A expectativa é que a demanda chegue a R$ 1 bilhão rapidamente e, se necessário, o BNDES disponibilizará mais recursos caso a demanda seja maior.

 

Os agentes financeiros credenciais que repassam recursos do BNDES disponibilizarão a linha de crédito a partir das próximas semanas. As empresas interessadas podem ir direto aos bancos ou acessar o Canal MPME, que permite encaminhar pedidos de financiamento a um ou mais bancos repassadores, selecionados conforme as necessidades de quem solicitar e de acordo com o perfil informado pelo tomador.

 

A nova linha terá limite de crédito máximo de R$ 500 mil por cliente a cada 12 meses, com prazo máximo de até 60 meses e até dois anos de carência. O cliente contará com três opções de juros de referência – Taxa de Longo Prazo (TLP), Taxa Selic (TS) ou Taxa Fixa do BNDES (TFB). A eles será acrescida a remuneração do BNDES, de 1,45% a.a., e a remuneração do agente financeiro, que é negociada diretamente com o cliente final. Com isso, na maior parte dos casos, os juros do financiamento devem ficar em torno de 1,3% a.m.

 

Segundo o especialista em empreendedorismo e gestão, Emerson Maas, o desemprego tem se apresentado como a principal causa do empreendedorismo involuntário e o microcrédito desponta como fonte alternativa de recursos aos pequenos empreendedores, formais ou informais, e, ainda, como ferramenta auxiliar no combate à pobreza e exclusão social.

 

“Para os empreendedores com dificuldade para apresentar garantia aos bancos, temos a opção da GaranteNorte-SC. É uma instituição formada para viabilizar de forma facilitada acesso ao crédito por meio de Cartas de Garantia ao Micro e Pequenos empresários (MPE) e ao Micro Empreendedor Individual (MEI), promovendo a competitividade e desenvolvimento empresarial das empresas catarinenses”, disse.

 

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