Mil Relatos

Amor próprio

Aquilo que te acontece e te machuca, não é responsabilidade do outro. Você também é co-responsável pelo que te ocorre.

 

Como você contribui? Como você se manifesta na vida? Você se aprecia? Você gosta de si? Você já reparou que ficar sozinha consigo é algo que ocorre 24 horas por dia, todos os dias da semana, todos as semanas do mês, todos os meses do ano? Não dá pra gente se deixar em casa, não é?

 

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Então me responda: como é conviver com você? Quantas vezes você já parou para observar como é estar simplesmente na sua presença? Como é olhar para dentro de você? Você já fez isso, não?

 

Eu sei, dá medo. E muito. Porque você corre o risco de descobrir um potencial de sucesso tão grande dentro de você, que você sente um enorme pavor em não saber como lidar com isso.

 

Mas se acalme. Grande parte da população também sente isso. A grande maioria das pessoas tem medo do sucesso.

 

O sucesso assume responsabilidades que podem não ser tao agradáveis para aquele que te vê, o que causa motivos para julgamentos. Eu tenho medo do julgamento, logo, fico achando melhor me manter onde estou, sem olhar para mim.

 

Mas saiba que onde eu vou, eu vou junto de mim, então é bom eu aprender a gostar de quem eu sou. A forma mais genuína de amor é o amor próprio.

 

Falo isso aqui diversas vezes. Se eu não apreciar minha própria companhia, como vou conseguir me relacionar com os outros? E assim dá-se início ao papel dependente, pois eu busco no outro aquilo que me falta.

 

Ouça seu gesto, ouça seu olhar, ouça sua voz, se conheça e se permita.

 

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