Mafra

Exploração de xisto no Planalto Norte é tema de reunião, em Mafra

 

A luta contra a exploração do xisto na região do Planalto Norte foi tema de reunião na quarta-feira (10). O encontro foi organizado pela PRORIOS, de Papanduva, na capela da localidade de Augusta Vitória, em Mafra.

 

Segundo a associação, Papanduva recebeu uma equipe em 2012 para a realização de pesquisas ambientais. No ano passado, a população teve um encontro com a empresa responsável pelas pesquisas e descobriu que o objetivo era a extração do óleo de xisto tanto em Papanduva com em parte do interior de Mafra.

 

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Desde então, os moradores da região contam que a empresa está invadindo propriedades e monitorando a região por meio de drones.

 

Neste mês, a prefeitura de Papanduva publicou uma nota de repúdio à empresa por não expor detalhadamente, em audiência pública, como obtiveram os licenciamentos dos órgãos públicos para a realização das pesquisas e quais os direitos dos proprietários das áreas afetadas.

 

Também não foram esclarecidas quais as consequências das análises e da eminente extração minerária que se pretende implantar nos municípios.

 

Durante o encontro, os organizadores explicaram que a extração do óleo de xisto é extremamente danosa ao meio ambiente e, por mais que muitos pensem que pode gerar impostos e alavancar a economia da região, a atividade traz prejuízos para a saúde das pessoas e animais, além de colocar em risco a água, o ar e o solo da região.

 

A exploração do óleo e gás de xisto

Papanduva e Mafra estão localizadas sobre um território de grande potencial minerário. Por conta de suas formações geológicas – que possuem amplas áreas de xisto e carvão – torna-se possível a exploração destas reservas por meio de quatro técnicas distintas: o petrosix; o fracking; o coalbed methane (CBM) e tar sands.

 

Com informações da Câmara Municipal de Mafra.

 

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