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Testes em animais: ciência ou tortura?

A utilização de animais no campo da medicina remete à Grécia antiga.

 

Aristóteles, Charles Darwin René Descartes e tantos outros estudiosos obtiveram informações precisas sobre o corpo humano através de experimentos em animais. Séculos se passaram e atualmente esse conceito divide opiniões no meio científico e social por questões éticas e morais sobre o bem-estar animal.

 

Denominada Lei Arouca, a legislação criou o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea). Contudo grande parte das instituições credenciadas ainda não seguem as normas exigidas o que causa grande confronto com ativistas e defensores dos animais.

 

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Segundo o portal Made for Minds, 115 milhões de animais são utilizados em pesquisas científicas, dentre eles encontram-se coelhos, roedores macacos e até mesmo cães da raça Beagle. Em sua totalidade, grande parte desses animais é exposta a grandes riscos e muitos deles mortos durante e nos finais dos testes, quando não são mais uteis.

 

O que precisa ser repensado é que apesar dos animais terem contribuído para conhecimentos médicos científicos em épocas passadas, atualmente é possível a utilização e investimento em novas tecnologias e técnicas alternativas – como as de células tronco e testes in vitro, dentre outros – para obtenção de resultados mais precisos no fisiológico humano.

 

Dessa forma, a ciência pode sim progredir e ao mesmo tempo quebrar o ciclo de tortura em seres sencientes que não escolhem estar em situações miserabilidade. Leis de amparo que são limitadas e desatualizadas fazem com que o verdadeiro bem estar passe apenas de expectativa.

                                            

 

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