Como você ama?

O modo como idealizamos o amor quando adolescentes é inversamente proporcional ao que descobrimos depois de algumas boas – ou nem tanto – experiências.

Hoje decidi falar sobre algo que faz parte da minha vida e imagino que faz parte da sua também: o amor.

 

Desde quando somos crianças (aqui dirijo a fala às leitoras mulheres), assistimos aos desenhos da Disney e vemos princesas encantadas se apaixonando perdidamente por seus príncipes, em seus cavalos brancos.

 

Crescemos até certo momento achando que tudo são rosas e que as decepções nunca virão. Já se familiarizou? Então, continuando…

 

Temos ideias erradas sobre o que é o amor verdadeiro, seja por assistir ou ler algo duvidoso a respeito, seja por terem nos ensinado a pensar assim. Inclusive, o modo como idealizamos o amor quando adolescentes é inversamente proporcional ao que descobrimos depois de algumas boas – ou nem tanto – experiências.

 

Assim, acaba que entra no campo da “normalidade” se apaixonar diversas vezes e se decepcionar o dobro delas. Considera-se parte da vida ter pessoas que nos ensinam algo que levaremos conosco como aprendizado, e que mesmo assim, não fiquem nela para sempre.

 

Certo dia li uma frase que dizia que nós criamos “anticorpos” com essas desilusões e achei o máximo.

 

Pois é com a soma de tudo o que passamos durante começos e términos que aprendemos a entender o que nos faz bem ou mal, o que devemos aceitar ou não.

 

Aprendemos a respeitar nossas vontades e a dizer “não” quando antes só sabíamos abrir a boca para dizer “sim”. Ou seja, amigos, sempre alguém irá lhe ensinar algo, seja pelo amor ou pela dor.

 

E nós enquanto seres em constante evolução, tendo a possibilidade de ficar só com o que é bom, seguimos até encontrar aquela pessoa que nos some. Uma dica: será tranquilo, sem pressa, e com a certeza no coração de que viver ao lado dela todos os dias, sempre será a melhor escolha.

 

Entendam os sinais que as suas experiências lhe trazem, pois temos um instinto forte para o que não é bom. Tentar insistir em se prender causa danos aos quais não precisa se submeter. Se olhem com carinho e como alguém que merece ser amado. Nem tudo será perfeito, mas tudo valerá a pena, quando é recíproco e verdadeiro. Um abraço e fiquem bem!

 

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