Qualidade de Vida

Daniel Petreça revela um olhar preventivo e científico sobre bem-estar, qualidade de vida e atividades físicas.

Como está o estilo de vida dos brasileiros?

Estudo revelou a percepção do estado de saúde, estilos de vida, doenças crônicas e saúde bucal da população brasileira.

A Pesquisa Nacional de Saúde (ONS) visou coletar informações sobre o desempenho do sistema nacional de saúde no que se refere ao acesso e uso dos serviços disponíveis e à continuidade dos cuidados, bem como sobre as condições de saúde da população, a vigilância de doenças crônicas não transmissíveis e os fatores de risco a elas associados.

 

Nesse texto vou focar os resultados do estado de saúde e também no estilo de vida.

 

Vamos aos resultados:

 

Avaliação do estado de saúde

A avaliação do estado de saúde consiste na percepção que os indivíduos possuem de sua própria saúde. Na pesquisa, o indicador de autoavaliação da saúde foi construído a partir de uma única contendo uma escala de cinco graus: muito boa; boa; regular; ruim ou muito ruim. A avalição “boa ou muito boa” foi referida por 66,1% dos brasileiros.  Os homens fizeram uma autoavaliação de sua saúde mais positiva do que as mulheres: 70,4% dos homens consideraram sua saúde como boa ou muito boa, contra 62,3% das mulheres.

 

Estilo de vida

– Alimentação: brasileiros que tiveram o consumo recomendado de frutas e hortaliças foi de 13,0%. O consumo regular de alimentos doces, como bolos, tortas, chocolates, gelatinas, balas, biscoitos ou bolachas recheadas em cinco dias ou mais na semana. Foi referido por 14,8%. Na avaliação, 12,7% das pessoas, relataram que o seu consume de sal era elevado

 

– Consumo de bebida alcoólica: O percentual da população com 18 anos ou mais de idade que costumava consumir bebida alcoólica uma vez ou mais por mês, no Brasil, foi de 30,0%

 

– Atividade física: 34,2% dos homens praticaram o nível recomendado de atividade física no lazer, enquanto para as mulheres este percentual foi de 26,4%.  A proporção de adultos classificados na condição de insuficientemente ativos no Brasil foi de 40,3%.

 

– Tabagismo: A prevalência de usuários atuais de produtos derivados de tabaco, fumado ou não fumado, de uso diário ou ocasional, foi de 12,8%.

 

À medida em que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), bem como seus fatores de risco e proteção constituem o maior e mais desafiador problema de saúde atualmente, os dados revelam que precisam avançar muito na promoção da saúde da população brasileira. E você pode começar pela sua casa, com hábitos saudáveis simples e elevam a qualidade de vida da sua família.

 

Feliz ano novo, com muita saúde e bem-estar.

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