Secretária nega enriquecimento e contra-ataca vereadores: “O que vocês fizeram?”

Alvo de CPI por enriquecimento ilícito, secretária de saúde de Mafra rebate vereadores.

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O Plenário da Câmara de Vereadores de Mafra instaurou nesta semana uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar uma denúncia anônima contra a secretária municipal de Saúde, Jaqueline Fátima Previatti Veiga. A denúncia é de enriquecimento ilícito.

 

O estopim do pedido da CPI foi uma denúncia realizada através do site Fala.BR – plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria Geral da União (CGU).

 

Denúncia

Segundo a denúncia, a secretária teria comprado diversos imóveis, entre eles apartamentos, terrenos e fazenda. Jaqueline também teria atuado para facilitar a contratação de laboratório sem licitação e superfaturamento na contratação de ambulâncias terceirizadas.

 

Cinco vereadores votaram pela abertura da CPI: Abel Bicheski, Cláudia Bus, Dimas Humenhuk, Edenilson Schelbauer e Eder Gielgen.

 

Defesa

Em vídeo publicado nas redes sociais na tarde de ontem (16), Jaqueline afirmou que as denúncias são infundadas. “Tudo que tenho, do meu patrimônio é resultado do meu trabalho, de mais de 10 anos de trabalho. Tudo que eu tenho está declarado. As pessoas que estão usando meu nome como palanque político são todas pré-candidatas em Mafra”, disse.

 

Jaqueline também questionou a atuação dos vereadores que votaram a favor da CPI: “Os vereadores que votaram a favor dessa CPI, em que momento vocês atuaram no enfrentamento a covid-19? Vereador Eder, Dimas, Schelbauer, Claudia e Belo, o que vocês fizeram para melhorar a saúde da população mafrense?”, destacou.

 

Em sua defesa, a secretaria ainda destacou que continuará lutando contra a pandemia e que acredita no investimento do recurso público de forma correta.

 

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